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Domingo, 21 de Junho de 2026
POR: Equipe Valle
Diretora de escola e esposa são encontradas mortas dentro da casa em que moravam
Policia

Tatiana Chagas dos Santos era casada com a esposa há 30 anos, segundo amiga. Segundo a Polícia Militar, as duas foram encontradas na casa em que moravam, no Jardim América.

 

A diretora do Colégio Estadual Professor Heli Alves, Tatiana Chagas dos Santos, de 51 anos, e a esposa dela, de 42 anos, foram encontradas mortas dentro da casa em que moravam, no Jardim América, em Anápolis, na madrugada deste domingo, 21. A Polícia Civil investiga o caso e aguarda o resultado das perícias para esclarecer as circunstâncias das mortes.

 

Tatiana era gestora do Colégio Estadual Professor Heli Alves e trabalhava na rede pública estadual de educação há 22 anos. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) manifestou pesar pela morte da professora e destacou a trajetória dela no serviço público.

 

De acordo com a Seduc, Tatiana era formada em História e exercia a função de gestora escolar desde 2018. A secretaria afirmou que a educadora construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a aprendizagem, pela liderança e pelo cuidado com estudantes, professores e a comunidade escolar.

 

“Ao longo de sua carreira, deixou uma contribuição significativa para a educação em Goiás, sendo reconhecida pelo profissionalismo, pela dedicação ao serviço público e pela defesa de uma educação de qualidade para todos”, afirmou a pasta.

 

A morte da diretora e da companheira provocou comoção nas redes sociais. Amigos, alunos, ex-alunos e colegas de profissão publicaram mensagens de luto e lembraram a atuação de Tatiana na escola.

 

Uma aluna afirmou que Tatiana era uma profissional humana e próxima dos estudantes. “Melhor diretora e professora, muito humana, sempre ajudando seus alunos, vai fazer muita falta”, escreveu.

 

Uma conhecida relatou que conviveu com a educadora por mais de duas décadas e disse ter ficado chocada com a notícia. “Conhecia a Taty há mais de 20 anos, fomos vizinhas. A última vez que topei com ela foi na sala da diretoria com meu filho, aluno adolescente. "Fiquei triste, fiquei chocada”, publicou.

 

Colegas de profissão também destacaram o acolhimento de Tatiana no ambiente escolar. Um professor afirmou que foi bem recebido por ela quando chegou à unidade. “Sempre me incentivou, nunca me negou nada, sempre me defendeu na escola, super criativa, alegre e divertida. Mudou a vida para melhor de milhares de alunos”, escreveu.

 

Em outra manifestação, uma amiga lamentou a perda e relacionou a tragédia a um contexto de sofrimento emocional e falta de acolhimento. “Perdemos amor, perdemos amizades sinceras, perdemos empatia, perdemos companheirismo”, publicou.

 

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